
Na sua nova era, a fotografia visa continuar produzindo imagens artísticas sem deixar de aproveitar os recursos.
Embora as novas tecnologias tenham trazido vantagens no campo fotográfico, no que diz respeito à qualidade da imagem, e a oportunidade de vencer o tempo e o espaço com maior rapidez e comodidade, as questões ligadas à manipulação digital de imagens são talvez as mais relevantes para o fotojornalismo atual. Se, anteriormente, os recursos utilizados eram feitos à mão, agora entra a máquina como instrumento de auxílio ao homem na elaboração da fotografia de imprensa, atingindo objetivos positivos e conseqüentemente lucros significativos para a imprensa jornalística. Um jornal que antes dependia da revelação, ampliação e edição das imagens para publicá-las, hoje pode obter um resultado mais eficaz e veloz, aumentando seus exemplares devido ao menor tempo requerido para a elaboração do jornal. A instantânea visualização das imagens digitalizadas através de softwares também auxiliou no processo de edição de um jornal impresso.
Rompendo a barreira da realidade virtual podemos conferir em tempo real, nas redações ou nos sites das agências de notícias, informações visuais de todos os cantos do mundo por um custo quase zero. Ou criar imagens surreais na mesma velocidade.
A imagem digital veio pra ficar, e não para substituir o que já foi conquistado, isso para facilitar a vida do fotógrafo, agregando novos valores. Portanto é mais uma técnica, um recurso de linguagem que devemos aprender e usufruir em todos os seus aspectos.
A respeito de toda essa tecnologia, podemos pronunciar que a fronteira final fotográfica ainda não foi atingida e a boa fotografia, independente da mídia utilizada, ainda demanda luz, sensibilidade de intelecto criativo do fotógrafo.
No entanto, a era digital trouxe um novo fenômeno para a fotografia. Antes, para colocar uma foto no jornal era preciso conhecer todas as técnicas de manuseio da câmera, ou seja, amador ou não, era necessário ser um fotógrafo. Hoje podemos ver câmeras dentro de celulares, palmtops e diversos outros equipamentos que posam abrigar uma pequena lente e um chip sensível à luz. Qualquer pessoa com um equipamento desses pode registrar um flagrante antes mesmo de a equipe do jornal chegar. A imprensa teve que se adaptar a isso. Hoje temos exemplos claros em que os veículos de comunicação abrem espaço para a participação dos leitores na composição da imagem da matéria (Eu Repórter, do Globo Online, por exemplo).
Embora as novas tecnologias tenham trazido vantagens no campo fotográfico, no que diz respeito à qualidade da imagem, e a oportunidade de vencer o tempo e o espaço com maior rapidez e comodidade, as questões ligadas à manipulação digital de imagens são talvez as mais relevantes para o fotojornalismo atual. Se, anteriormente, os recursos utilizados eram feitos à mão, agora entra a máquina como instrumento de auxílio ao homem na elaboração da fotografia de imprensa, atingindo objetivos positivos e conseqüentemente lucros significativos para a imprensa jornalística. Um jornal que antes dependia da revelação, ampliação e edição das imagens para publicá-las, hoje pode obter um resultado mais eficaz e veloz, aumentando seus exemplares devido ao menor tempo requerido para a elaboração do jornal. A instantânea visualização das imagens digitalizadas através de softwares também auxiliou no processo de edição de um jornal impresso.
Rompendo a barreira da realidade virtual podemos conferir em tempo real, nas redações ou nos sites das agências de notícias, informações visuais de todos os cantos do mundo por um custo quase zero. Ou criar imagens surreais na mesma velocidade.
A imagem digital veio pra ficar, e não para substituir o que já foi conquistado, isso para facilitar a vida do fotógrafo, agregando novos valores. Portanto é mais uma técnica, um recurso de linguagem que devemos aprender e usufruir em todos os seus aspectos.
A respeito de toda essa tecnologia, podemos pronunciar que a fronteira final fotográfica ainda não foi atingida e a boa fotografia, independente da mídia utilizada, ainda demanda luz, sensibilidade de intelecto criativo do fotógrafo.
No entanto, a era digital trouxe um novo fenômeno para a fotografia. Antes, para colocar uma foto no jornal era preciso conhecer todas as técnicas de manuseio da câmera, ou seja, amador ou não, era necessário ser um fotógrafo. Hoje podemos ver câmeras dentro de celulares, palmtops e diversos outros equipamentos que posam abrigar uma pequena lente e um chip sensível à luz. Qualquer pessoa com um equipamento desses pode registrar um flagrante antes mesmo de a equipe do jornal chegar. A imprensa teve que se adaptar a isso. Hoje temos exemplos claros em que os veículos de comunicação abrem espaço para a participação dos leitores na composição da imagem da matéria (Eu Repórter, do Globo Online, por exemplo).

Nas escolas, na década anterior, os filhos da “revolução” cresciam tendo aulas de “moral e cívica”, que reverenciavam “nossos” presidentes. O movimento estudantil não tinha mais força, as manifestações culturais eram censuradas, a televisão deixava-nos burros. Todo esse cerceamento de liberdade teve conseqüências na formação intelectual dessa geração perdida, que parecia de outro mundo. Uns alienados, que não tinham outra cara pra mostrar. Eram os frutos de todo esse lixo, “toda essa droga que já vem malhada antes de eu nascer”. Não havia outra saída: “vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocês”.